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Quem anda à toa pela rua Fradique Coutinho, em Pinheiros, São Paulo, pode ser seduzido, de repente, ao passar pelo número 172. Uma festa de cores chama a atenção e conduz para dentro da mais nova loja Paiol (a primeira boutique fi ca na rua Frei Caneca, na região da Bela Vista, também na capital paulista). Ela é brasileiríssima, como mostra logo de cara o extenso e diverso acervo de objetos e artefatos de arte popular, artesanato e design. Por isso, não se repreenda se sentir uma curiosidade incontrolável diante de tanta diversidade: De onde vem isso? Quem faz? Com que material? Quanto custa? O que de mais especial há por aqui? A atenciosa vendedora Talita poderá ir conduzindo você de joia em joia. Que belezura os filtros de água decorados (de R$ 450 a R$ 850) pela artesã Anísia dos Filtros, lá do Vale do Jequitinhonha, no nordeste de Minas Gerais. E os orixás feitos com filtro de café reutilizado (de R$ 75 a R$ 135) vindos de Salvador? Bolsas (de R$ 550 a R$ 650) levam a assinatura de Espedito Seleiro, artista de Nova Olinda, Ceará, cujo pai confeccionava nada menos do que as vestimentas de Lampião, o lendário cangaceiro. De encanto em encanto, chega-se aos santos coloridos (de R$ 140 a R$ 290) do piauiense Ribamar do Santos, aos vasos cerâmicos do Xingu (de R$ 180 a R$ 225), às meigas santinhas (de R$ 198 a R$ 450) da escultora Delly Figueiredo, de Recife, e aos alegres estandartes mineiros de patchwork (R$ 169). “Selecionamos produtos de todas as regiões do Brasil, priorizando a diversidade de técnicas, de materiais e de histórias”, conta o proprietário Lucas Lassen. Ele estava certíssimo quando criou o slogan da Paiol: “O Brasil se encontra aqui”.

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